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Vulnerabilidade achada por pesquisador externo, já corrigida, abria acesso ao ambiente onde o Muse age em nome da pessoa; aviso sobre instruções maliciosas ficou mais visível.
A falha já foi corrigida pela Meta, então não há ação obrigatória. A recomendação geral é revisar as permissões dadas ao agente e ter cuidado ao pedir que ele abra links ou arquivos de origem desconhecida.
Segundo a reportagem que revelou o caso, um invasor poderia chegar à máquina virtual dedicada de cada usuário, o ambiente na nuvem em que o Muse executa tarefas e acessa serviços em nome da pessoa.
A Meta reforçou os avisos de segurança do Muse, seu agente de inteligência artificial pessoal, depois que um pesquisador de segurança externo encontrou uma vulnerabilidade grave no serviço. A falha, que a empresa diz já ter…
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