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Investigação da Wired achou mais de 400 apps e sites que se passam por editores de foto, cursos de idiomas ou treino e liberam deepfake explícito após a instalação.
Eles se apresentavam como editores de foto, cursos de idiomas ou apps de treino. Um servidor externo decidia depois se o usuário veria a versão comum ou o gerador de deepfake, então a revisão só via a versão inofensiva.
A investigação da Wired ligou os apps a desenvolvedores chineses e à KeLing Technology Limited, de Hong Kong, que teria apagado referências aos programas após ser procurada.
As duas empresas já retiraram boa parte dos aplicativos apontados. A Apple disse que os apps seguiam as regras quando foram aprovados; o Google não havia comentado até a publicação.
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