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Plataforma da startup AI Pathology analisa lesões de pele fotografadas por smartphone e identificou 75 casos suspeitos entre trabalhadores rurais de Goiás.
Não. O sistema classifica o risco de malignidade de uma lesão para priorizar quem precisa ser visto primeiro por um profissional. O diagnóstico continua sendo feito por médico, com exame clínico e, quando necessário, biópsia.
A lesão é fotografada com um smartphone e analisada por redes neurais convolucionais em menos de 8 segundos, combinando características visuais com dados clínicos e contextuais como localização e histórico do paciente.
Por enquanto não. A tecnologia foi aplicada em um projeto piloto de triagem coletiva em Goiás, em parceria institucional, e não está disponível como aplicativo de uso livre.
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