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Zelda Ocarina of Time Remake estreia com média 96 no Metacritic, a maior de 2026

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Zelda Ocarina of Time Remake estreia com média 96 no Metacritic, a maior de 2026

A versão refeita de Ocarina of Time para o Nintendo Switch 2 chega às lojas nesta quinta-feira (5) já com a maior média de 2026 no Metacritic. O embargo das análises caiu na quarta-feira (4), e o agregador registrava 96 pontos a partir de 74 críticas publicadas pela imprensa internacional. Dessas, 42 cravaram nota máxima. Ou seja, mais da metade dos veículos não viu motivo para tirar um ponto sequer.

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A sombra do original de 1998

O número impressiona, mas tem um concorrente difícil dentro da própria família. O Ocarina of Time lançado para Nintendo 64 em 1998 segue no topo do ranking histórico do Metacritic, com média 99. Nenhum outro jogo alcançou essa marca desde então. A nova versão fica três pontos abaixo do próprio material de origem, o que diz mais sobre o peso do clássico do que sobre qualquer deslize da Nintendo.

Média do remake de Ocarina of Time no Metacritic

Com 96, o jogo entra no grupo dos títulos mais bem avaliados da história do Switch e vira candidato natural nas premiações de Jogo do Ano, que costumam considerar lançamentos até o fim de novembro.

O que dizem os críticos

O britânico VGC deu nota máxima e elogiou a decisão da Nintendo de lapidar o que já funcionava, em vez de mexer na estrutura. Para o veículo, esta é a melhor porta de entrada para quem nunca pisou em Hyrule e um bom motivo para veteranos voltarem.

A nota mais baixa até agora veio do francês Gamekult: 80 pontos. A publicação chamou o trabalho de uma evolução segura, porém tímida, e apontou um descompasso entre o cenário modernizado e os personagens, que mantêm o desenho original. A crítica também observa que alguns ajustes deixam certas partes mais fáceis, sem alterar o ritmo nem a ordem da aventura.

O retrato geral é de um remake conservador. A Nintendo refez o mundo visualmente, manteve masmorras e progressão como eram e fez mudanças pontuais de conveniência. Quem esperava reinvenção nos moldes de Tears of the Kingdom vai encontrar outra proposta.

Vale a compra?

Na nossa leitura, sim, especialmente para quem nunca jogou o original. A versão de Nintendo 64 envelheceu na câmera e nos controles, e o caminho oficial para jogá-la hoje passa pela assinatura do Nintendo Switch Online com o pacote de expansão. Para quem já zerou a aventura algumas vezes, a decisão depende de quanto a Hyrule redesenhada pesa: o conteúdo é essencialmente o mesmo.

O jogo é exclusivo do Switch 2 e chega em 5 de novembro. No Brasil, a pré-venda da edição física apareceu no varejo por R$ 439, e a tiragem com capa especial em foil esgotou antes da estreia.



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