Luz noturna com sensor de presença é o tipo de produto que quase ninguém pesquisa antes de comprar — e que, quando funciona mal, irrita todo dia. A Xiaomi apresentou a Mijia Night Light 4 atacando justamente a origem do problema: no lugar do sensor infravermelho usado na geração anterior, o aparelho passa a usar um radar de ondas milimétricas de 24 GHz.
A diferença é prática. O infravermelho detecta a variação de calor e falha em situações comuns: alguém que se move devagar, uma criança pequena, um braço estendido no escuro. O radar detecta o movimento em si, com campo de visão de 120 graus, alcance de até 3 metros na frente e 2,5 metros nas laterais — o suficiente para cobrir um corredor inteiro ou o caminho entre a cama e a porta do quarto.

A iluminação tem quatro níveis (1, 3, 5 e 15 lúmens), luz quente, operação sem cintilação e certificação RG0 de proteção visual — detalhe que importa para uso em quarto de criança, onde a lâmpada acende de madrugada e a pessoa acordada está com a pupila totalmente dilatada. A lógica de acionamento também é simples: acende quando detecta alguém e apaga sozinha depois de 10 segundos sem movimento.
A autonomia é o outro argumento. Com bateria de íons de lítio de 800 mAh e recarga por USB-C, a Xiaomi fala em até 8 meses no modo de baixo consumo e cerca de 3 meses no brilho máximo — números de fabricante, mas em outra escala se comparados às luminárias que dependem de pilhas trocadas a cada poucas semanas.

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Oferta · Amazon Luminária LED magnética 360°, recarregável, com sensor de movimento Ver oferta →O preço na China é o de sempre na linha Mijia: 79 yuans, cerca de R$ 60 na conversão direta, com promoção de lançamento a 59 yuans (aproximadamente R$ 45) na plataforma Youpin a partir de 9 de setembro. Não há anúncio de venda oficial no Brasil, então a alternativa por aqui continua sendo a importação ou modelos equivalentes no varejo nacional — incluindo a geração anterior, a Xiaomi Mi Motion-Activated Night Light 2, que ainda usa o sensor infravermelho.
