Menos de duas semanas depois do lançamento, o iPhone 18 Pro Max já apareceu nas estatísticas da fiscalização de fronteira. A Receita Federal apreendeu 30 unidades do celular na terça-feira (22), numa fiscalização comum no aeroporto de Foz do Iguaçu, no Paraná. Segundo o órgão, é o primeiro registro oficial de apreensão da nova geração da Apple no estado.
Os aparelhos estavam na bagagem de dois passageiros brasileiros que embarcariam para Salvador (BA). Junto com os iPhones havia outros celulares, um iPad e uma câmera — cerca de 100 eletrônicos no total, com valor estimado em R$ 1 milhão. A quantidade chamou a atenção dos servidores, que abordaram a dupla. A Receita não informou de onde vieram os produtos.

O que acontece agora
A carga foi levada para a unidade da Receita em Foz do Iguaçu, onde seguem os trâmites administrativos. O órgão também vai encaminhar representação fiscal para fins penais ao Ministério Público Federal, o que pode levar o caso para a esfera criminal.
Não é a primeira vez que Foz vira ponto de retenção de iPhones: a cidade faz fronteira com Ciudad del Este, no Paraguai, onde eletrônicos importados costumam custar bem menos, e a região já teve uma apreensão de 468 iPhones. A diferença de preço explica o interesse: por aqui, a Apple sugere R$ 11.999 para o iPhone 18 Pro de 256 GB, e o Pro Max com 2 TB chega a R$ 21.999.
Leilão no horizonte
Mercadoria apreendida pela Receita costuma terminar em leilão depois que o processo é concluído, o que significa que esses aparelhos podem reaparecer, meses à frente, nos editais do órgão — muitas vezes com lance inicial abaixo do preço de loja. Enquanto isso, quem quer o modelo pelo caminho regular encontra as versões oficiais no varejo:
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