O suposto PlayStation 6 portátil voltou a aparecer em vazamento, agora com detalhes do processador. Segundo Tom, do canal Moore’s Law Is Dead, documentos sobre a produção futura da TSMC indicam que a APU Canis, desenvolvida para o portátil da Sony, sairia no processo N3P de 3 nanômetros. Nada disso foi confirmado pela Sony.

N3P no portátil, N3C no console de mesa
A escolha do nó diz muito sobre o aparelho. O mesmo vazamento coloca o Magnus, chip do PS6 de mesa e do Project Helix da Microsoft, no N3C, a variante de 3 nm mais barata e voltada a volume. O N3P custa mais por wafer, mas consome menos e esquenta menos. Como o Canis é um chip pequeno, a diferença de preço por unidade seria diluída, e o ganho em autonomia compensaria.
O plano seria rodar o Canis em clocks moderados para caber num corpo leve, sem a ventoinha barulhenta e o peso de PCs portáteis como Steam Deck, ROG Ally e Legion Go no modo de desempenho máximo. A APU Gainesboro, apontada como base de um futuro Steam Deck 2, também estaria no N3P, segundo os mesmos papéis.

Volta da Sony aos portáteis
Seria o primeiro portátil de verdade da Sony desde o PS Vita. O que a marca vende hoje é o PlayStation Portal, que só transmite jogos de um PS5 pela rede e não roda nada sozinho. O mercado mudou desde então: o Switch 2 bateu recordes de venda, e a Microsoft colocou o selo Xbox no ROG Ally.
O preço é o ponto fraco do rumor. A estimativa que circula é de cerca de US$ 600, algo como R$ 3.100 em conversão direta, mas a escalada no custo de memória pode empurrar esse número para cima até o lançamento, que não tem data. A própria Sony evita marcar a nova geração: o CEO Hiroki Totoki disse ao Wall Street Journal que a crise dos chips de memória adia essa definição.
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