A OnePlus, conhecida pelos celulares com cara de topo de linha, desceu alguns degraus. A marca lançou na Índia o OnePlus N6 Lite, um aparelho de entrada que é, na prática, o OPPO K14 Lite com outro nome — as duas empresas dividem a mesma controladora. O preço sugerido é de 16.999 rupias, algo como R$ 915 na conversão direta.
A ficha deixa claro onde o dinheiro foi economizado. É o primeiro OnePlus com chip da Unisoc, o T7250, acompanhado de apenas 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento UFS 2.2, com espaço para microSD de até 2 TB. A tela é um LCD de 6,75 polegadas em HD+ (1570 x 720), mas com 120 Hz e brilho de até 900 nits. As câmeras são simples: 13 MP atrás e 5 MP na frente.

O argumento de venda está na bateria e na resistência. São 7.000 mAh, com recarga de 15 W e carga reversa com fio de 5 W para acessórios, além de certificações IP64 e MIL-STD-810H contra poeira, respingos e quedas. Completam o pacote leitor de digitais no botão lateral, entrada para fone de 3,5 mm, som mono, 4G, Wi-Fi 5 e Android 16 com OxygenOS 16. A marca não detalhou quantas atualizações o aparelho vai receber, só promete fluidez por três anos.

Para o Brasil, o N6 Lite deve ficar só na vitrine: a OnePlus encolheu sua atuação fora da Ásia e não há sinal de lançamento aqui. Quem procura um aparelho barato com bateria grande encontra rivais na mesma faixa de proposta, como o Realme C85 Pro, também com 7.000 mAh, ou modelos da própria OPPO já vendidos no país.
Alternativas à venda no Brasil:
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