A Caviar, grife conhecida por transformar eletrônicos em artigos de joalheria, abriu encomendas de edições de luxo do iPhone Ultra — o primeiro dobrável da Apple — antes mesmo de o aparelho existir oficialmente. As versões personalizadas usam materiais como couro de crocodilo, prata, fibra de carbono entrelaçada com fios de ouro e o chamado “metal líquido”, e os preços acompanham a extravagância: partem de US$ 13.840 (cerca de R$ 71 mil) e chegam a US$ 19.560, aproximadamente R$ 100 mil, na versão Liquid Metal com 1 TB de armazenamento.

O detalhe curioso é que a Apple ainda não apresentou o telefone. A expectativa do mercado é que o iPhone Ultra seja anunciado em 9 de setembro de 2026, no tradicional evento de outono da empresa — a Caviar, como já fez em outros lançamentos, apenas se antecipou e vende a promessa da personalização, com os valores variando conforme a capacidade de armazenamento (256 GB, 512 GB ou 1 TB).
Pelos vazamentos que circulam até aqui, o dobrável da Apple deve trazer tela principal de 7,8 polegadas, tela externa de 5,5 polegadas, bateria entre 5.500 e 5.800 mAh, 12 GB de RAM e duas câmeras traseiras de 48 MP. Como nada disso foi confirmado oficialmente, vale o carimbo de rumor — inclusive o preço “normal” estimado do aparelho, entre US$ 2.320 e US$ 2.900 (algo como R$ 12 mil a R$ 15 mil em conversão direta), que já o colocaria entre os iPhones mais caros da história.

Para o consumidor brasileiro, a notícia serve mais como termômetro do que como vitrine: o dobrável deve inaugurar uma nova faixa de preço na linha, e as edições da Caviar mostram que há mercado disposto a pagar dez vezes isso por exclusividade. Quem quer o topo de linha da Apple disponível hoje encontra no iPhone 17 Pro a opção mais próxima — por uma fração do valor das versões de luxo.
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