A nova geração do iPhone chegou às prateleiras nesta sexta-feira (18), e a cena se repetiu em vários fusos horários: gente acampada em frente às lojas da Apple para levar um iPhone 18 Pro ou 18 Pro Max no primeiro dia. Em Mumbai, clientes contaram à imprensa local que esperaram desde as 22h da véspera para entrar às 8h. Em Sydney, a disputa pelo posto de primeiro comprador rendeu até um empurra-empurra, com um homem furando a fila e saindo pela porta gritando que era o primeiro (o título, no fim, ficou com quem estava esperando desde cedo). Em Nova York, a fachada da loja da Quinta Avenida ganhou as cores dos novos modelos, e o chefe de marketing da Apple, Greg Joswiak, apareceu para receber os clientes.
O Brasil também entrou na primeira leva. Como já contamos na notícia do lançamento por aqui, os dois modelos Pro estão nas lojas oficiais e no varejo nacional a partir desta sexta, com o iPhone 18 Pro de 256 GB listado em R$ 11.999 na Amazon. O dobrável iPhone Duo só chega em meados de outubro, e o iPhone 18 padrão foi empurrado para 2027.
O que a Evercore mediu
O entusiasmo das filas aparece nos números. Uma pesquisa de intenção de compra da consultoria Evercore, feita com consumidores nos Estados Unidos, colocou os modelos Pro no centro do interesse: juntos, iPhone 18 Pro e 18 Pro Max concentram 53% das respostas. O Pro Max sozinho subiu para 32%, contra 29% no levantamento anterior. Com mais gente escolhendo as versões caras e com mais armazenamento (há opções de até 2 TB), a Evercore projeta que o preço médio de venda dos iPhones pode crescer cerca de 28%.
O iPhone Duo, primeiro dobrável da empresa, ficou com 14% das intenções, bem abaixo da dupla Pro. Uma explicação provável é a incerteza sobre o estoque: a produção em massa do aparelho tem sido apontada como gargalo, e parte do público prefere esperar. A consultoria acredita que o interesse pela linha como um todo deve crescer quando o Duo chegar às lojas, e o efeito se espalha para outros produtos: 38% dos entrevistados planejam comprar um Apple Watch e 43% cogitam um AirPods.
Por que os modelos Pro puxam a fila
A safra de 2026 mexeu em pontos que o público percebe. A câmera principal ganhou abertura variável, com quatro posições entre f/1.48 e f/4.0, algo raro em celulares. O chip A20 Pro é o primeiro da Apple fabricado em 2 nm, e a bateria cresceu: a empresa fala em até 34 horas de vídeo no Pro e 43 horas no Pro Max. As cores também mudaram, com prateado, preto, glacial (um azul-claro) e o bordô que virou a cara desta geração.
Para o consumidor brasileiro, a leitura é dupla. A demanda forte nos EUA e na Ásia tende a apertar o estoque global das versões mais procuradas, especialmente o Pro Max em bordô e nas capacidades maiores, o que pode alongar prazos de entrega por aqui nas próximas semanas. Por outro lado, a preferência pelos Pro reforça a estratégia da Apple de deixar o modelo básico para depois, e quem quer o iPhone 18 comum vai esperar até o ano que vem.
Onde comprar:
Oferta · Amazon Apple iPhone 18 Pro de 256 GB — Bordô Ver oferta →
Oferta · Amazon Apple iPhone 18 Pro de 256 GB — Preto Ver oferta →
Oferta · Amazon Apple iPhone 18 Pro de 512 GB — Preto Ver oferta →