A Fujifilm colocou à venda no Brasil a Instax mini 13, nova geração da linha de câmeras instantâneas que virou febre entre adolescentes e em festas de casamento. O preço de partida é R$ 679 no site oficial da marca, e o aparelho chega em cinco cores: Roxo Sonhador, Azul Gelo, Rosa Doce, Verde Lagoa e Branco Argila.
A principal novidade em relação às gerações anteriores é o timer programável de 2 a 10 segundos — um item que faltava na linha de entrada e que muda bastante o uso na prática, porque permite apoiar a câmera e entrar na foto sem depender de alguém para apertar o botão. O cordão que acompanha o produto também virou peça funcional: dá para ajustar o ângulo e usá-lo como apoio improvisado. O resto do pacote segue a receita conhecida da linha mini, com espelho de selfie na frente da lente, flash automático e exposição automática, para o usuário só enquadrar e disparar.

Os números da impressão continuam os mesmos: a foto sai em cerca de 5 segundos e termina de se revelar em aproximadamente 2 minutos, no formato de 62 mm por 46 mm. Vale a lembrança de sempre para quem está comprando a primeira instantânea: o filme instax mini é vendido separadamente, e é ele que forma o custo real de uso — cada disparo é uma foto física gasta, sem tela para conferir antes.
Para empurrar o lançamento, a Fujifilm vai rodar um truck itinerante entre 29 de agosto e 26 de setembro de 2026, passando por Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. As datas e os pontos exatos de cada cidade estão sendo divulgados no perfil @instaxbrasil no Instagram.
O contexto brasileiro ajuda a explicar por que a Fujifilm insiste na linha: enquanto o mercado de câmeras compactas praticamente desapareceu, engolido pelos celulares, a instantânea sobreviveu justamente por fazer o que o smartphone não faz — entregar um objeto físico na hora. É o mesmo movimento que devolveu o vinil às lojas. Por aqui, a Instax mini 12 segue como a porta de entrada mais popular da família, e a mini 13 entra na faixa de preço logo acima dela.
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