
A próxima geração do relógio mais robusto da Samsung pode resolver justamente a queixa mais comum dos smartwatches: a autonomia. Segundo informações vazadas, o Galaxy Watch Ultra 2 chegaria com uma bateria de 784 mAh (comercializada como 800 mAh), um salto considerável diante dos 590 mAh do modelo atual — algo em torno de 37% a mais de capacidade.
Na prática, se o número se confirmar, a diferença é sentida no pulso. As estimativas que circulam falam em até 3,5 dias de uso típico por carga, ante os cerca de 2,5 dias do Galaxy Watch Ultra original. Para um relógio que se vende como companheiro de trilhas, mergulhos e atividades longe da tomada, mais um dia inteiro de bateria é um argumento e tanto — e mira diretamente o que a concorrência da Apple ainda patina em entregar.
O reforço na bateria não viria sozinho. Outros vazamentos apontam que o Ultra 2 deve adotar o novo chip Snapdragon Wear de geração mais recente, com ganhos de desempenho e eficiência, além de já ter aparecido em bases de certificação com suporte a carregamento de 10 W. É a combinação clássica que a Samsung costuma buscar: processador mais econômico somado a uma célula maior para esticar a autonomia sem engordar demais o aparelho.
Vale o lembrete de praxe: tudo isso ainda é rumor, sem confirmação oficial da Samsung. A expectativa é de que o relógio seja anunciado no próximo Unpacked, marcado pelos vazamentos para 22 de julho de 2026, junto com a nova linha de dobráveis. Até lá, quem não quer esperar encontra o Galaxy Watch Ultra atual já estabelecido no Brasil, com o ecossistema Galaxy AI e construção em titânio que devem servir de base para o sucessor.
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