Cinco anos depois de estrear, o Galaxy Watch 4 chegou ao fim da linha. A Samsung retirou o relógio da relação oficial de dispositivos que recebem atualizações de segurança, o que na prática encerra o ciclo de suporte do modelo lançado em agosto de 2021.
O relógio que mudou a estratégia da Samsung
O Watch 4 não foi um lançamento qualquer. Ele foi o primeiro smartwatch da empresa a abandonar o Tizen e adotar o Wear OS, fruto da parceria renovada com o Google, sob a interface One UI Watch. Também inaugurou o sensor BioActive, que trouxe para o pulso a análise de composição corporal por bioimpedância, além de ECG e medição de pressão arterial.
Em software, o aparelho saiu de fábrica com a One UI 3 Watch e acumulou quatro atualizações principais de sistema até parar na One UI 8 Watch. O encerramento acontece exatamente um ano depois de a Samsung ter feito o mesmo com o Galaxy Watch 3, ainda baseado no Tizen, em setembro de 2025.
O que muda para quem ainda usa
Nada para de funcionar de imediato. O relógio segue sincronizando notificações, rodando apps e registrando treinos e sono. A diferença é que novas falhas de segurança descobertas daqui em diante não serão corrigidas, e não haverá mais atualizações de recursos. Para um acessório que fica conectado ao celular o dia inteiro, isso pesa mais do que parece.
Para quem quer as métricas mais recentes, como carga cardíaca diária e os sensores aprimorados das gerações atuais, o caminho natural é migrar para o Galaxy Watch 9 ou para o Watch Ultra 2, que herdaram tudo o que o Watch 4 começou.
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