
O Galaxy S27 Ultra ainda está longe do palco de anúncio, mas os vazamentos já desenham um aparelho que pode romper com o desenho conservador que a Samsung mantém há algumas gerações. A principal mudança apontada é uma reorganização do conjunto de câmeras — possivelmente em um formato mais horizontal —, e ela não seria apenas estética: o objetivo seria liberar espaço interno para dois upgrades importantes.
O primeiro é a bateria. Os relatos mais recentes falam na adoção de células de silício-carbono, uma tecnologia que oferece densidade energética maior do que as baterias de íon-lítio tradicionais. Na prática, isso permite empacotar mais capacidade no mesmo volume — e há menções a algo próximo de 7.000 mAh, um salto considerável sobre os 5.000 mAh que a linha Ultra repete há anos. Fabricantes chinesas já vêm usando esse tipo de bateria para esticar a autonomia sem engordar o aparelho, e a Samsung estaria correndo atrás dessa vantagem.
O segundo ponto é o carregamento magnético. A novidade seria a chegada de ímãs nativos compatíveis com o padrão Qi2, no estilo do MagSafe da Apple, permitindo carregadores e acessórios que grudam direto no corpo do telefone — sem depender de uma capa com ímãs embutidos, como acontece hoje. É justamente essa exigência de espaço para os ímãs que estaria forçando a Samsung a repensar a disposição das câmeras na traseira.
Como sempre nesses casos, nada foi confirmado pela Samsung, e detalhes de produtos tão distantes do lançamento mudam com frequência. Ainda assim, o conjunto de rumores aponta para uma direção interessante: um Ultra com mais fôlego de bateria e finalmente alinhado ao ecossistema de acessórios magnéticos que virou padrão no mercado. Para o consumidor brasileiro, que valoriza autonomia e costuma manter o topo de linha por vários anos, qualquer ganho real de bateria pesa bastante na decisão de compra.
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