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Fitbit Edge é oficial: pulseira do Google custa US$ 179,99 e tem GPS, ECG e bateria trocável

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Fitbit Edge é oficial: pulseira do Google custa US$ 179,99 e tem GPS, ECG e bateria trocável

O Google tirou a Fitbit Edge do campo do rumor na segunda-feira (12). A pulseira entrou em pré-venda na Google Store dos Estados Unidos por US$ 179,99 e chega às lojas em 27 de outubro. O preço caiu no meio da faixa que o vazamento da semana passada apontava, de US$ 149 a US$ 199, e a ficha técnica bateu com o que tinha escapado: 11,5 mm de espessura, GPS próprio e carga rápida.

A Edge ocupa o espaço entre a Fitbit Air, que não tem tela, e o Pixel Watch 5. Ocupa o lugar que era da Fitbit Charge 6, com corpo de alumínio reciclado e a maior tela que a marca já colocou numa pulseira: 46% mais área visível que os modelos anteriores, num painel OLED de 1,34 polegada. O botão lateral voltou a ser físico, com clique de verdade, para pausar treino sem procurar a tela. O Google ainda alfineta a Apple e diz que a caixa pesa 45% menos que a do Apple Watch Series 12.

Fitbit Air, Fitbit Edge e Pixel Watch 5 lado a lado

Treino sem levar o celular

O GPS embutido é o que separa a Edge das pulseiras baratas. Dá para correr sem o telefone no bolso e ainda abrir o Google Maps no pulso. O altímetro mede subida em escada e ladeira, a pulseira reconhece cerca de 100 atividades sozinha e orienta, em tempo real, mais de 50 tipos de exercício.

Na parte de saúde estão o app de eletrocardiograma, alerta de frequência cardíaca alta ou baixa, sensor de temperatura da pele para as noites e variabilidade da frequência cardíaca, usada nas análises de sono e de recuperação. Notificações, controle de música e registro do ciclo menstrual completam o pacote. O treinador com IA, o Google Health Coach, exige a assinatura Google Health Premium; quem compra a Edge ganha três meses grátis.

Sensores na parte de baixo da Fitbit Edge acesos em verde

Sete dias de bateria e a primeira Fitbit que dá para consertar

O Google promete até sete dias longe da tomada no uso padrão, e cinco minutos no carregador magnético rendem um dia inteiro. A novidade menos óbvia está por dentro: a Edge tem arquitetura modular e bateria substituível, a primeira pulseira da marca pensada para reparo. Ela aguenta mergulho até 50 metros e usa Bluetooth 5.4.

Fitbit Edge branca carregando sobre uma mesa de madeira

São quatro acabamentos: Obsidian (preto fosco), Fog (prata polido), Olive (caixa em tom pirita acetinado) e Canyon (dourado quente). As pulseiras são intercambiáveis, em quatro estilos: esportiva, de laço ajustável, magnética e de elos de metal. Há também uma edição assinada por Stephen Curry, consultor de performance do Google, com tecido que repele água e tons laranja, por US$ 219,99.

Edição especial Stephen Curry da Fitbit Edge com pulseira laranja e bege

E no Brasil?

O Google não deu previsão de lançamento da Edge no Brasil. Em conversão direta, sem impostos, o modelo básico sai por volta de R$ 900. Pelo mesmo dinheiro, a concorrente mais óbvia nas lojas brasileiras é a Xiaomi Smart Band 11 Active, que estreou no país a R$ 379,99 e promete até 21 dias de bateria, mas não tem GPS nem ECG. Quem quer o ecossistema Fitbit ainda acha a Charge 6 à venda por aqui.

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