A Anthropic incluiu na atualização da política de uso uma restrição a comportamentos de abuso persistente e sem finalidade identificável contra seus modelos. O comunicado da empresa, publicado em 8 de outubro, delimita a medida a situações extremas de repetição.
Para quem usa Claude no celular ou no computador, a distinção prática está nas exceções descritas pela própria Anthropic. Demonstrar frustração, contestar uma resposta e testar o modelo continuam fora desse recorte. A empresa também exclui pesquisa e criação de ficção com temas sombrios. Uma resposta errada pode, portanto, ser apontada e cobrada.
O mecanismo principal citado no anúncio é encerrar a interação. Essa possibilidade já havia sido implementada para conversas raras com abuso persistente no Claude.ai e no Claude Code; a revisão da política passa a tratar explicitamente do tema. O comunicado não estabelece uma punição automática para um palavrão isolado.
A atualização também aborda modelos ligados a equipamentos capazes de executar ações físicas. Nesses casos, a Anthropic exige supervisão por operador qualificado, possibilidade de interrupção e um estado seguro se a conexão com Claude cair. São requisitos para essa aplicação específica, descritos separadamente das regras de conversa.
